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domingo, 19 de junho de 2011

UM TAPA NA CARA "Eu Disse Adeus ao Namoro" (Joshua Harris)


O mundo pode definir e defender o amor nestes termos, mas a Bíblia oferece uma perspectiva diferente. Para a pessoa que pratica o amor do mundo que é centrado em si mesmo e fora do seu controle, a definição de Deus pode ser tão surpre­endente quanto um tapa na cara.
O mundo nos leva a uma tela prateada passando imagens de paixão e romance, e enquanto assistimos, o mundo nos diz:
Isto é amor.” Deus nos leva ao pé de um tronco em que um homem nu e sangrando está pendurado e diz: ‘‘Isto é amor.”
Deus sempre define o amor apontando para o Seu Fi­lho, A Palavra tornou-se carne e viveu entre nós para nos dar Um ponto de referência, um exemplo vivo e revolucionário do amor verdadeiro. E o antídoto de Cristo para o veneno do amor centrado em si mesmo é a cruz. “Se alguém quiser vir após mim,” disse Jesus, “negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Mt 16:24)
Cristo ensinou que amor não é para a realização de si mesmo, mas para o bem dos outros e para a glória de Deus. O verdadeiro amor é abnegado. Ele dá; ele sacrifica; ele morre para as suas próprias necessidades. “Ninguém tem maior amor” disse Jesus, “do que aquele que dá a sua vida pêlos seus amigos. “(Jo 15:13) Ele sustentou as suas palavras com as suas ações - Ele deu a sua vida primeiro por todos nós.
Cristo também mostrou que o amor verdadeiro não é medido ou regido por sentimentos. Ele foi para a cruz quando todas as suas emoções e instintos em seu corpo diziam para ele se afastar. Você já leu o relato de Jesus orando no Jardim do Getsêmani? Ele claramente não teve sentimentos que o incentivaram a enfrentar os espancamentos, ser pendurado na cruz e entregar a sua vida. Mas Ele colocou os seus sentimentos diante do Pai, se entregando à vontade do Pai. Os sentimentos de Jesus não foram o teste do Seu amor e nem foram o Seu senhor.
Cristo quer que tenhamos a mesma atitude. Ele não disse: “Se vocês me amam, vocês sentirão uma gostosa e continua emoção religiosa.” Ao invés disso Ele nos diz: “Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos.” (Jo 14: 15) O amor verdadeiro sempre se expressa em obediência à Deus e em serviço aos outros. Bons sentimentos são legais mas não são necessários.
O exemplo de Jesus também nos mostra que o amor está sob o nosso controle. Ele escolheu nos amar. Ele escolheu entregar a sua vida por nós. O perigo de acreditar que você “é tomado por uma paixão” é que da mesma forma, inesperadamente, você pode “perder todo o amor.” Você não fica contente pelo fato do amor de Deus não ser assim tão imprevisível? Não é bom saber que o amor de Deus está sob o Seu controle e não é base­ado em caprichos do momento? Precisamos descartar o con­ceito errôneo de que o amor é uma “força” estranha que nos joga de um lado para o outro como folhas ao vento contra a nossa vontade. Não podemos justificar fazermos aquilo que sabemos estar errado dizendo que o “amor” nos pegou e “fez” com que nos comportássemos irresponsavelmente. Isto não é amor. Ao invés disso, é o que a Bíblia, em l Ts 4:5, chama de “paixão de desejo desenfreado”. Nós expressamos o amor ver­dadeiro em obediência a Deus e no serviço aos outros - não com um comportamento descuidado e egoísta - e nós escolhe­mos estes comportamentos.

sábado, 18 de junho de 2011

“Senhor, se quiseres...”

Um leproso aproximou-se dEle e suplicou-Lhe de joelhos: “Se quiseres, podes purificar-me!” Marcos 1:40

Uma convicção tomou conta do seu coração Hoje. “Preciso encontrá-Lo. Sei que Ele pode me curar.” Aquela indecisão de se aproximar desapareceu ao perceber que Jesus era exatamente como ele tinha imaginado: bronzeado, simples, sem afetação.
Suas primeiras palavras não foram: “Senhor, preciso ficar bom; cura-me, por favor”, mas: “Senhor, se quiseres.” Ele não tinha dúvidas sobre o poder de Jesus, mas não tinha certeza se era a vontade de Jesus curá-lo.
Quantos anseios, quantos sonhos, quanta angústia, quanto anelo profundo estão por trás destas duas palavras: “Se quiseres.” Quando pronunciamos essa frase, já experimentamos, pensamos e provamos outras soluções. É uma oração que sai bem de dentro do coração. É como se estivéssemos dizendo: “Senhor, estou esperando por isso há tempo; estou no fim da corda.”
Estou convencida de Seu poder, de que Ele pode esvaziar todos os hospitais em um segundo, com uma palavra tornar a erradicação da fome uma realidade para todo o mundo, Mas minha dúvida, minha incerteza, minha preocupação é se Deus quer.
Algumas vezes oramos: “Senhor, sabemos que tens o poder. Se tão somente quiseres... Senhor, por favor, estou esperando por isso há tempo, mas aceito Tua vontade.” Nossa atitude é de submissão, dependência, entrega.
A história diz que Jesus foi movido de compaixão, que significa “profunda simpatia e tristeza por alguém no meio da tragédia, acompanhado por um desejo de aliviar o sofrimento”. E foi isso que moveu o coração de Jesus naquele dia
Muitas  preocupações tomam lugar neste momento, portanto devemos quebrantar nosso coração neste momento e estar dizendo: “Senhor, se quiseres...”
Não devemos hesitar. Não devemos duvidar. Devemos sim nos Aproximar. Ele vai parar e perguntar o que queremos. Abramos o coração e confiemos no poder e na vontade de Deus.

Devemos estar dispostos a ir como o leproso, com fé e confiança, para ouvir as palavras
“Quero. Seja purificado!”  (Vers. 41.)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Você Sabe o que é Empatia?

em.pa.ti.a sf. Tendência para sentir o que sentiria, se estivesse em situação vivida por outra pessoa.

 A empatia define-se como a capacidade de nos colocarmos no lugar dos outros, de perceber o que lhes está a acontecer, aquilo que sentem.


 “Falam de tudo. Da moral, do comportamento, dos sentimentos, das reações, dos medos, das imperfeições, dos erros, das criancices, ranzinzisses, chatices, mesmices, grandezas, feitos, espantos. Sobretudo falam do comportamento e falam porque supõem saber. Mas não sabem, porque jamais foram capazes de sentir como o outro sente. Se sentissem não falariam.”